quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Novo tempo.



Um novo tempo de esperanças começa. Um número a mais, com responsabilidade maiores, com algumas coisas a menos e com a bagagem pronta para ser preenchida novamente. É o começo de novos projetos, de novas promessas e de objetivos. Mas nada acontece se não colocarmos em prática, se não acreditarmos de verdade e se não buscarmos ser melhores.

E a vida segue. Não importa o que obtemos, o que importa é o que deixamos. Tudo isso para dar espaço ao que vamos conquistar daqui pra frente. Isso serve para lembrarmos que a felicidade é um troféu que não se exibe, é algo que guardamos para nós, para compartilharmos junto com as pessoas que amamos. Aquelas que sabem nosso verdeiro valor, sem precisarmos dar algo em troca.

Que este ano nosso sorriso fique mais largo, que o peito fique pequeno para sentimentos bons, que a nossa mente fique aberta para coisas boas e que o nosso corpo não se canse de lutar. Que exalemos fé e paz de espírito. Que saibamos compartilhar positividade e compaixão que faltou no ano que passou.

Que com esse número a mais em  nosso calendário faça-nos aprender que o que era menos agora pode passar a ser mais. Que o dinheiro compre felicidade e não bens materiais, assim, podemos ostentar energia boa e doar amor. Que o perdão seja reciproco mas, se não for, saibamos compreender que nem todas as pessoas pensam iguais.

E eu desejo do fundo do meu coração que este ano seja melhor para todos. Que a calmaria se transforme em epidemia, que explodam bombas de carinho por aí, que tenha uma guerra de igualdade, que compaixão vire doença, que a humildade vire um mosquito e pique todo mundo e que a honestidade vire o governo do nosso pais.

Maíra Cintra

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Dar a volta por cima.


A famosa "volta por cima" é quando você admite que já sofreu demais, quando você fala com tranquilidade e sem raiva de tudo aquilo que já te tirou o sono. É quando você sabe transformar um momento ruim da sua vida o melhor de todos. É saber que tudo passa e tentar fazer de uma pequena fase uma lição de vida. É quando você consegue fazer as pessoas se perguntarem o porque você ainda sorri.

Se ao lembrar daquele relacionamento ruim te faz mal, se você não teve coragem de pedir perdão para um amigo ou alguém da família e isso ainda dói, se seu namorado terminou tudo com você, se foi decepcionada ou traída por alguém que você não esperava, se sente depressiva por estar sem emprego ou por ter perdido uma boa oportunidade, essa é a hora de dar a volta por cima.

Levante-se, vai tomar uma ducha e deixe todo o peso das obrigações que você sente ir embora pelo ralo. Vista-se de esperança e se olhe no espelho com orgulho. Abra a janela e deixe novos ventos entrarem. Ligue e o som e coloque a sua música preferida. Se algo te irritar respire e inspire profundamente toda vez que isso acontecer, confunda a sua mente. Pense em tudo que você ainda possui e esqueça das coisas que se foram. Imagine as oportunidades que estão a sua volta. Lembre-se nas pessoas que ainda conseguem te fazer sorrir e esquecer das coisas que te afligem.

Dê a volta por cima! Saiba transformar suas fraquezas em aprendizados. Suporte os hipócritas e se livre dos falsos. Vivencie suas mágoas para saber falar positivamente delas no futuro. Extrapole seus sonhos. Mantenha-se de pé  mesmo com pedras jogadas na sua direção. Agradeça as pessoas que te rejeitaram, esnobaram e te caluniaram. Transforme suas frustrações em arte. Tenho certeza que você irá servir de exemplo até mesmo para as pessoas que tentaram te derrubar.

Maíra Cintra

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Eu fui a outra metade que faltou em você.


E de repente, o que parecia ser pra sempre se acaba do nada por tudo. Por todas as noites em claro que ele me fez esperar, por todas as maquiagens que ele me fez borrar, pela viagem que ele fez sem me levar, pelas mentiras que eu precisei perdoar, pelas faltas de atitudes que eu deixei passar. E eu fui levando da forma mais leve, tentando deixar tudo mais simples, mais claro e evidente, mas ainda não foi o suficiente.

Eu me entreguei do começo ao fim. Eu me dediquei, fiz a minha parte e me esforcei para que tudo desse certo mesmo estando quase tudo errado. Dei algumas chances e perdi outras. Eu poderia ter sido espinho e ter o machucado, mas eu fui um jardim inteiro mesmo sem receber buquês de rosas ou jasmins. Eu fui presente na vida real enquanto ele se preocupava com o virtual. Eu fui até onde eu pude ser, para tentar chegar mais longe do que ele pretendia ir.

Perdi um pouco da minha loucura para deixar a relação mais lúcida. Deixei alguns assuntos de lado, tratei de fazer algo mais comportado, Ajustei meu coração e deixei o olhar mais largo. Tirei a poeira antes de você entrar, arrastei os móveis para dar mais espaço e mudei os enfeites de lugar. Coloquei sua foto no meu porta retrato e no plano de fundo do meu celular. E agora, eu só tenho a te agradecer por ter feito parte de mim e por ter sido a pessoa que eu precisei naquele momento. Quero que saiba que eu fui a outra metade que faltou em você, eu fui inteira para o nosso amor não se desfazer.

Maíra Cintra

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Antes de dormir.


O relógio marcava 5 pra meia noite. Eu já estava deitada quando ele chegou do trabalho, abriu a porta e foi para o quarto. Eu já estava cochilando e enxergava somente sua sombra trocando de roupa em frente a cama. Foi para a cozinha beber água e depois foi para o banheiro, certamente foi escovar os dentes. Eu escutava o barulho e dava para identificar, mas o sono já tinha me tomado e mal conseguia abrir os olhos.
Depois do seu ritual diário, ele foi para o quarto e sentou-se na beira da cama. Percebi que ele não se movia e abri meus olhos sonolentos. Ele estava me observando dormir. Eu sorri meio torto e passei a mão sobre seu rosto e disse: "Boa noite meu amor. Tudo bem?". Ele me devolveu a resposta com um sorriso e logo em seguida com um beijo, virou e se deitou. Eu virei de costas para poder encaixar o meu corpo no dele enquanto ele entrelaçava seus braços em mim. Era a hora do dia em que eu mais me sentia segura. 
Era muito bom sentir seu cheiro, mesmo que às vezes de suor ou da pele. Eu percorria meu nariz em seus braços enquanto pegávamos no sono. De repente, suas mãos começaram a ficar inquietas, uma delas percorria sobre minhas pernas e logo chegou na minha bunda. Ali estacionou levemente e com a mão toda aberta, começou a apertar delicadamente enquanto a outra mão era preenchida por um dos meus seios. Minha respiração ficava cada vez mais ofegante, o calor tomava conta da cama e as nossas vontades começavam a ser respeitadas.
Foi então que virei de frente pra ele e nossas bocas se uniram em beijos eram intensos. Ele segurou o meu braço e veio por cima de mim e tirou minha blusa. Sua língua já fazia movimentos circulares no bico do meu seio. O fogo dentro de mim começava a aumentar. Em seguida sua boca percorria sobre meu corpo até embaixo, onde tirou meu shorts e a calcinha. Até que sua língua fazia o resto do trabalho. Eu já não conseguia me conter, era impossível controlar meus gemidos de prazer. O movimento de sua boca em meus lábios vaginais eram completados com os movimentos da cabeça. Impossível não querer que ele continuasse, mas mesmo assim o interrompi, pois estava ansiosa para poder chupá-lo por inteiro.
Em segundos eu já estava em cima dele, tomando conta da situação. Tirei a calça, a cueca e joguei rapidamente no chão. Com as minhas duas mãos comecei a acariciar o seu pau lentamente até a chegada da minha boca, onde primeiro coloquei a língua na cabeça até descer para o saco. Foram sugadas intensas, chupadas que quebravam o silêncio do quarto. Eu engolia todo, até onde dava. Seus gemidos de prazer me motivavam a continuar. Eu cuspia, passava a mão e entrava de boca novamente e lentamente. 
Quando ele já estava no auge, em que o seu pau palpitava de vontade de querer entrar inteiro dentro de mim, ele me empurrou na cama onde caí de frente e esperei ele enfiar seu pau no meu meio. E descia lentamente, subia e descia. A velocidade aumentava e já não dava para parar. Eu olhava para seu olhos e dizia que queria mais e quanto mais eu dizia, mais rápido e forte ele fazia. Eu gritava sem receio, sem me preocupar se alguém poderia escutar.
Depois fiquei de quatro e arrebitei minha bunda pra ele. -"Quer comer meu cuzinho né?!", eu perguntava para deixar o clima ainda mais quente. E com as minhas mãos na parede, ele introduziu seu pau no meu cu sem dó. Seu braço contornava meu corpo para deixar seus dedos deslizando em minha vagina enquanto ele fazia o anal. Meus gemidos se misturavam com o dele e depois de minutos de prazer fomos para a posição em que eu podia sentar em cima dele e rebolar. Essa era a hora em que eu podia contornar todos os lados da minha emoção. 
E ele deitado, com o rosto tomado pelo prazer, olhando para mim enquanto eu rebolava. Peguei suas mãos e preenchi com os meus delicados seios. Já era possível sentir o prazer vindo lentamente. E eu rebolava com meus dedos circulando minha vagina. Depois ele colocou seus dedos molhados no lugar dos meus e o prazer aumentou. Eu aumentava cada vez mais a velocidade e de repente minha buceta começa a palpitar junto com o pau dele. E rapidamente ele tirou de dentro de mim, molhou a minha barriga espalhando delicadamente sua porra em meu corpo. Nós dois nos abraçamos e em uma respiração ofegante completamos com beijos e olhares carinhosos. Complemento de toda relação baseada não só apenas em sexo, mas sim, em fazer amor e ser amado.
Maíra Cintra